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UCAN dispõe assistência Jurídica a público carenciado

Luanda - A criação de uma clínica jurídica de Direitos Humanos, com 45 especialistas, para assistir cidadãos carentes das comunidades, com vista assegurar os direitos dos mesmos, foi lançada quinta-feira, em Luanda.

O projecto apresentado é uma iniciática da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Angola (UCAN), com apoio da Fundação Open Society (OSISA), que formou estudantes que terminaram faculdade visando a sua capacitação prática e assegurar assistência jurídica gratuita aos cidadãos desfavoráveis.

A mesma insere-se no âmbito da responsabilidade social da UCAN, dotando os especialistas de conhecimentos práticos, para terem acesso às peças processuais, principalmente os que desejam seguir a formação jurídico-forense.

De acordo com coordenador da clínica Wilsom Adão, mesma vai contar com um centro de atendimento permanente regido sobre actuação de três pilares, nomeadamente, Direitos Humanos, Cidadania e Qualificação profissional, dos seus recém- licenciados, como uma forma de capacita-los com aplicação prática, da matéria antes leccionada durante os anos de formatura.

“Por isso, focamos a nossa actuação em garantir assistência jurídica gratuita aos cidadãos sem recurso, através da adopção da metodologia aconselhar, encaminhar e acompanhar, bem como serem um veículo de formação e capacitação diferenciada, em primeiro lugar para os seus discentes e também para os voluntários e demais membros da sociedade”, realçou.

Asseverou que a Clínica surge para responder vários desafios com sem descurar os princípios Cristãos, que também norteiam o amor ao próximo, partilhando com a sociedade em especial as comunidades mais carenciadas, com aquilo que a universidade produz nas suas diversas especialidades.

“Assim, focamos a nossa actuação em garantir assistência jurídica gratuita aos cidadãos sem recurso, através da adopção da metodologia aconselhar, encaminhar e acompanhar, bem como serem um veículo de formação e capacitação diferenciada, em primeiro lugar para os seus discentes e também para os voluntários e demais membros da sociedade”, concluiu.

Todas as pessoas que solicitarem apoio jurídico da Universidade católica de Angola, devem apresentar um atestado de pobreza, como prova da sua idoneidade. (Angop)

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