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Professores e alunos envolvidos em actos de corrupção serão expulsos

O decano da Escola Superior Politécnica do Zaire (ESPZ) em Mbanza Kongo, João Mateus Marciano, alertou, no sábado, a expulsão de professores e estudantes que se envolverem em eventuais actos de corrupção a nível da instituição.

O gestor, que falava na abertura da habitual cerimónia de baptismo dos 258 novos estudantes (caloiros), lembrou que o país está a viver um novo paradigma, com foco no combate às práticas de corrupção e outros males do passado, de que as instituições de ensino não fogem à regra.

João Mateus Marciano se propôs a acabar com o fenómeno de compra de notas e trabalhos de fim-de-curso pelos estudantes da instituição, sem, no entanto, referir se existe ocorrência de casos desta natureza na sua instituição.

Por outro lado, o decano João Mateus Marciano reconheceu haver uma redução significativa da média de idade dos estudantes que ingressaram no ano de 2019, de 32 anos em 2010 para 19 anos no presente ano lectivo.

O responsável, lamentou ainda o facto de terem sido apenas absorvidos 258 estudantes, das 570 vagas que a escola disponibilizou neste ano lectivo, justificando que muitos candidatos não atingiram a nota mínima de 10 valores nos testes de admissão, como condição para o ingresso ao Ensino Superior.

Por sua vez, o secretário-geral da associação dos estudantes da referida instituição, António Félix Ndongala, manifestou-se preocupado com a morosidade na cedência das declarações e certificados aos finalistas.

No presente ano lectivo, que arrancou em Março, a Escola Superior Politécnica do Zaire (ESPZ) em Mbanza Kongo, conta com mil e 769 estudantes e um corpo docente constituído por professores nacionais e estrangeiros (cubanos). (O País)

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