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Medidas sanitárias adiaram projecções da Organização Mundial da Saúde

As medidas sanitárias adoptadas permitiram com que o país adiasse, por três meses, a cifra dos dez mil casos de Covid-19, prevista para Junho, conforme projectado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), disse ontem, em Luanda, o secretário de Estado para a Saúde Pública.

Franco Mufinda, que falava na habitual actualização sobre a Covid-19, frisou que isso só foi possível graças ao esforço de todos os cidadãos, que, desde muito cedo, entenderam que era necessário cumprir com as medidas de biossegurança para salvar vidas, manter a economia e salvaguardar os meios de subsistência da população.
“Temos feito uma gestão sábia e inteligente da pandemia. Isso permitiu com que a Comissão Multissectorial conseguisse controlar os principais vectores da doença, que são as pessoas”, disse.

O secretário de Estado para a Saúde Pública sublinhou que evitar os ajuntamentos populacionais é essencial para cortar a cadeia de transmissão e mortes por Covid-19. “Se assim for, o risco de contágio é menor”, frisou.
Quanto às lições apreendidas desde o início do plano de contingência, destacou a valorização das medidas de prevenção contidas no Decreto Presidencial que estabelece as regras sobre a Situação de Calamidade Pública.

Franco Mufinda disse que, desde 9 do corrente mês, a Comissão Multissectorial acompanhou com tristeza o abrandamento das medidas por parte da população, elevando os casos para mais de 40 por cento nas últimas três semanas.
“Se o nosso comportamento não mudar, teremos mais casos, doentes críticos e mortes. Daí a necessidade de sermos responsáveis para lidar com este vírus invisível e letal”, apelou. (Jornal de Angola)

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