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Coronavírus Covid-19: Escola Portuguesa de Luanda desmente ameaças a professores noticiadas por jornal luso

Sobre a mulher de 50 anos agredida num supermercado em Luanda no sábado, dia em que foram conhecidos os dois primeiros casos de Covid-19 no país, de que fala o Jornal de Notícias, Luís Silva, director executivo da EPL, diz tratar-se de uma cidadã angolana, “que efectivamente foi agredida num parque de estacionamento, mas não por esses motivos”.

Terá sido por causa de um lugar. Não teve nada a ver com o que insinuam na notícia. E não teve um traumatismo craniano, eu mesmo acompanhei a situação. A senhora foi vista na clinica de Alvalade e está bem”, conta o director executivo da Escola Portuguesa que garante também que não há salários em atraso, contrariando o que é avançado pela fonte não identificada na notícia do jornal português.

O responsável afirma que há, “de facto”, alguns professores que querem regressar a Portugal, mas diz que, “num universo de 140 docentes, são apenas cinco os que manifestaram essa vontade”.

Segundo Luís Silva, há serviços da escola que continuam a funcionar, como a secretaria, visto que há inscrições para exames, mas as reuniões entre docentes estão a acontecer por videochamada.

O também professor lembra que em situações extremas como a que estamos a viver um pouco por todo o mundo “há sempre comportamentos mais histéricos e bizarros”, para garantir que ainda não teve queixas de docentes sobre qualquer tipo de ameaça sofrida ou relatos sobre o clima de animosidade retratado pelo Jornal de Notícias. (Novo Jornal)

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