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MPLA capacita quadros em Luanda

O Comité Provincial do MPLA em Luanda promoveu, nesta quarta-feira, um Seminário Metodológico de Capacitação Política e Patriótica dos Dirigentes e Quadros do partido.

A acção foi dirigida aos membros da Comissão Executiva do Comité Provincial, aos primeiros e segundos secretários dos Comités Municipais, dos distritos urbanos e comunais da JMPLA.

Durante o seminário, foram abordados, entre outros, temas como “Estatutos do MPLA”, “Comunicação Política” e “Código de Ética Partidária”, bem como “Comunicação Digital”.

Ao proferir o discurso de abertura, o segundo secretário provincial do MPLA, Nelson Funete, disse ser necessário capacitar os dirigentes e quadros do partido, para estarem adaptados aos novo fenômeno de comunicação.

Criticou, por outro lado, a postura de alguns cidadãos que utilizam a difamação para “inverter as medidas de alcance social protagonizadas pelo Executivo”.

Segundo o político, trata-se de “acções eivadas de calúnias, realizadas para influenciar alguns segmentos da sociedade civil em situação de vulnerabilidade a troco de promessas”.

Nelson Funete assinalou que “as manifestações promovidas em algumas províncias do país visam fazer crer a existência de insatisfações para comprometer os esforços do Executivo no combate à Covid-19, cujo palco de mobilização têm sido as plataformas digitais”.

Entretanto, acautelou que, no quadro do debate político, os membros do partido devem pautar por uma postura patriótica, de respeito à lei e salvaguardando a unidade e a tolerância.

Nelson Funete advertiu aos militantes para não cederem a provocações de grupos que defendem de forma subjacente a matriz ideológica  do ódio e do medo.

Por sua vez, o porta-voz do MPLA, Albino Carlos, disse ser importante canalizar as intenções do partido nos espaços imediatos de comunicação, para defender os símbolos no compromisso para trabalhar com o povo e para o povo.

Já Manuel Homem disse que o partido quer renovar o voto de confiança do povo angolano, depositado nas urnas ao MPLA, sendo, para isso, necessário estar mais próximo da população e ser mais sensível aos problemas. (Angop)

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