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JUSTIÇA: Quem foram os poderosos angolanos investigados em Portugal

O Ministério Público recolheu um manancial de dados bancários, registos de offshores e bens que hoje podem ser fundamentais por causa do Luanda Leaks. A suspeita principal? Lavagem de dinheiro. Mas Luanda protegeu (quase) sempre os alvos.

As investigações do Ministério Público (MP) português a altas figuras do regime político angolano, devido a suspeitas da prática de crimes fiscais e de branqueamento de capitais, provocaram um verdadeiro terramoto judicial, político e mediático. Sobretudo entre 2012-2014, quando Portugal estava em graves dificuldades financeiras e sob a intervenção de um resgate financeiro internacional.

As relações diplomáticas entre os dois países chegaram a ser postas em causa por Angola. E esta crise ficou marcada por vários episódios rocambolescos como uma reunião de urgência ocorrida a 8 de janeiro de 2013 no gabinete da então procuradora-geral da República (PGR), no Palácio de Palmela, em Lisboa.

Nessa tarde, a conversa entre Joana Marques Vidal, a diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Cândida Almeida, e os procuradores Rosário Teixeira e Paulo Gonçalves, teve um único tema: as investigações do MP a empresários e políticos angolanos. (Sábado)

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