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Chefe de Estado está de regresso ao país

O Presidente da República, João Lourenço, regressou na noite desta quinta-feira (14) a Luanda, depois de cumprir uma visita de Estado de dois dias ao Vaticano, a convite do Papa Francisco.

No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o Chefe de Estado, acompanhado da primeira-dama, Ana Dias Lourenço, recebeu cumprimentos de boas-vindas do vice-presidente da República, Bornito de Sousa, do presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, e membros do Executivo, entre outras individualidades.

Durante a sua permanência na Cidade do Vaticano, João Lourenço manteve um encontro com o Papa Francisco, com quem abordou questões ligadas a cooperação bilateral e a política internacional.

No final do encontro, de 30 minutos, os líderes trocaram presentes. O Presidente João Lourenço ofereceu uma tela “Mãe Alegre”, uma obra do artista angolano Guizef, nome artístico de Augusto Zeferino Guilherme.

Recepção em Luanda (Foto: Francisco Miúdo/Angop)

Na sequência, o Papa presenteou o Chefe de Estado angolano com um livro sobre São Martinho, bispo de Tours (França) que morreu em 397 d.C.

No âmbito da visita, o Presidente da República falou à Rádio Vaticano, no decurso da qual reiterou a irreversibilidade das reformas iniciadas no país desde que assumiu a chefia do Estado angolano, a 26 Setembro de 2017.

No cumprimento do programa de actividades, o estadista angolano depositou uma coroa de flores na sepultura do primeiro embaixador do reino do Kongo junto da Santa Sé, Dom António Manuel Nvunda.

A jornada do Chefe de Estado registou uma visita aos principais monumentos do Vaticano e à Capela Sistina, local conhecido por acolher o conclave, processo pelo qual escolhe-se um novo Papa.

No último dia de visita, João Lourenço recebeu em audiência o presidente executivo da a companhia italiana do sector de petróleo e gás ENI, Claudio Descalzi.

Na ocasião, foram assinados Acordos-Contratos no sector dos petróleos entre o Governo angolano e a ENI, que opera no país desde 1980, com uma produção diária de cerca de 150 mil barris.

Com a mesma empresa, e na presença do ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, também foi assinado um Memorando de Entendimento para o Programa de Desenvolvimento local (Angola).

Outro Memorando de Entendimento versou sobre as Iniciativas de Saúde e Contrato de Concessão para a construção e exploração da Central Fotovoltaica de Caraculo, no Namibe.

No dia da sua chegada a Roma (segunda-feira) teve um encontro surpresa com o homólogo de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, de quem recebeu de viva voz felicitações pela celebração do 44º aniversário da proclamação da Independência Nacional. (Angop)

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