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A UA, CEDEAO e Conselho de Entendimento saúdam bom desenrolar de presidenciais no Togo das eleições presidenciais no Togo

As missões de observação da União Africana (UA), da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e do Conselho do Entendimento saudaram o bom desenrolamento das eleições presidenciais ganhas pelo Presidente cessante, Faure Gnassingbé, com 72,36 por cento, soube a PANA de várias fontes em Lomé.

Muito contestados, os resultados eleitorais suscitam problemas nos partidos políticos da oposição e nas organizações da sociedade civil que não consideram estas eleições transparentes nem credíveis.

No entanto, a UA, que enviou observadores ao Togo para o efeito, congratula-se com o bom desenrolamento  das eleições, organizadas em condições de credibilidade apreciáveis e ocorridas num ambiente geralmente pacífico, sem grandes incidentes e em conformidade com a lei eleitoral.

A CEDEAO, que enviou o maior número de observadores, face à crescente controvérsia, “apela a todos os candidatos para que respeitem os resultados das urnas proclamados pelas instituições competentes e, se necessário, recorram aos tribunais para qualquer disputa.”

Ao mesmo tempo, a UA considera-as satisfatórias.

O Conselho do Entendimento, por sua vez, está satisfeito.

Também a Comunidade dos Estados Saheliano e Sarianos (CEN-SAD) considera que “as eleições presidenciais foram realizadas em condições ótimas de transparência, credibilidade e regularidade”.

Porém, os Estados Unidos, num comunicado da sua embaixada no Togo, duvida da transparência do escrutínio, aludindo à recusa do credenciamento a várias organizações da sociedade civil togolesa, incluindo membros do Instituto Nacional Democrático que deviam apoiar a Coordenação Nacional da Sociedade Civil (CNSC) do Togo.

A reação última das missões de observação do continente revelou protestos no país, acusando de parcialidade a UA, a CEDEAO, o Conseil do Entendimento, a CEN-SAD e outras  entidades.

A eleição presidencial de 22 de Fevereiro  no Togo foi ganha pelo Presidente Faure Gnassingbé, sendo por isso reconduzida para um quarto mandato, enquanto se espera pela proclamação dos resultados finais pelo Tribunal Constitucional, que vai também resolver disputas resultantes destas presidenciais. (Panapress)

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