Regiões

Milhares de famílias com apoio garantido

Mais de três mil famílias vulneráveis da província da Huíla vão receber apoios diversos no quadro da Bolsa de Solidariedade Social, lançada oficialmente no Lubango pela vice-governadora para o sector Político e Social.

Maria João Chipalavela disse acreditar que a plataforma vai mobilizar uma corrente de solidariedade para, numa primeira fase, recolher bens diversos e ajudar as referidas famílias vulneráveis controladas pela instituição.

A vice-governadora salientou que o programa vai massificar o espírito de partilha e de solidariedade para os cidadãos fazerem o bem ao próximo e criar oportunidades para as pessoas mais vulneráveis, promovendo uma sociedade mais justa, equilibrada e com maior qualidade de vida.

A presidente do grupo técnico de gestão da Bolsa de Solidariedade Social, na Huíla, Maria José, garantiu por sua vez que estão programadas acções viradas para a capacitação e potenciação das famílias vulneráveis com ferramentas técnico-profissionais necessárias para elas desenvolverem actividades geradoras de rendimento.

A responsável reconhece que a distribuição de alimentos, numa fase inicial, é fundamental, mas defende que se desenvolvam acções sustentáveis de formações profissionais e em artes e ofícios para permitir a inserção no mercado de trabalho e a materialização de iniciavas de auto emprego.

Maria José explicou que a bolsa visa criar mecanismos eficazes e sustentáveis para ajudar as famílias carentes a saírem da extrema pobreza. Por isso, na semana finda, a província deu início ao processo de recolha de donativos, com destaque para os alimentos e vestuários que serão posteriormente entregues a pessoas desfavorecidas.

A presidente do grupo técnico de gestão da Bolsa de Solidariedade Social salientou que o compromisso é mais abrangente e transcende a componente de doação de bens alimentar.

Daí referir que não basta distribuir sempre alimentos, mas definir estratégias concretas para capacitar e apoiar os cidadãos carentes com pequenos fundos ou financiamentos, no sentido destes desenvolverem pequenos negócios e gerar mais rendimentos.

Fugir a pobreza

A jurista afirmou ser fundamental consciencializar as famílias de que “ninguém está predestinado a viver na pobreza, enquanto houver força de vontade para a formação, auto-superação e trabalho árduo”.

Maria José defendeu um maior acompanhamento e estímulo para os membros de famílias consideradas carentes após as formações em artes e ofícios como sapataria, alfaiataria, construção civil, serralharia, corte e costura, decoração e outras habilidades com saídas no mercado.

O director do Instituto de Promoção e Coordenação da Ajuda às Comunidades (IPROCAC), Pedro Domingos, explicou que a bolsa, uma plataforma criada pelo Ministério da Assistência e Reinserção Social, vai promover e dinamizar acções de apoio e bem-estar aos indivíduos e às famílias em situação de vulnerabilidade, por meio de doações em espécie, dinheiro e oportunidades de inclusão produtiva.

Vacinação de rotina

Pelo menos 551.381 pessoas, entre crianças, adultos e mulheres grávidas, foram vacinadas contra várias doenças, durante o primeiro semestre do corrente ano no quadro do programa de vacinação de rotina implementado pelas autoridades sanitárias da província da Huíla.

A informação foi prestada sábado, à Angop, pelo supervisor provincial do Programa Alargado de Vacinação (PAV), Angelino Mwenho Cachimbali, que apontou as vacinas contra o tétano, febre-amarela, sarampo, BCG e hepatites como as principais que foram aplicadas à população da região. (Jornal de Angola)

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