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Projecto europeu emprega fundos na produção agrícola

Os 65 milhões de euros destinados pela União Europeia para o projecto de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional em Angola (Fresan), são parcialmente empregues nas províncias da Huíla, Namibe e Cunene, onde 12 milhões estão disponíveis para as organizações não governamentais e da sociedade civil.

Os montantes foram ontem anunciados pela gestora de Subvenções do Fresan, Ana Forjaz, que ao enumerar as formas de utilização dos fundos, declarou que os 12 milhões empregues no Sul beneficiam acções ligadas à provisão do acesso à água, promoção de segurança alimentar e nutricional e pequenas iniciativas de transformação e comercialização no sector agrícola.

Os números apurados pelo Jornal de Angola no lançamento do Concurso de Subvenções do Fresan (contratos a atribuir a operadores do projecto, organizações não governamentais e associações da sociedade civil), apontam que 7,3 milhões são utilizados em projectos de acesso à água, quatro milhões na segurança alimentar e um milhão em pequenas iniciativas de associações de produtores ou cooperativas agrícolas, assim como na investigação climática com vista a preparar melhor a produção.

O Instituto Camões, uma instituição portuguesa de cooperação, absorve 48,5 milhões de euros do total do financiamento europeu, de acordo com os números obtidos pela nossa reportagem.

O Fresan visa apoiar as organizações de produtores, em particular das mulheres, a melhorar a capacidade de combater a subnutrição, bem como reduzir a mortalidade das crianças com menos de cinco anos. (Jornal de Angola)

Por: Natacha Roberto

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