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PN prevê reduzir em 5% criminalidade até Dezembro

Luanda - A Polícia Nacional (PN) está a implementar estratégias e reforçar acções de patrulhamentos nas localidades para reduzir em 5% a criminalidade no país até Dezembro deste ano, época propensa a acções de delinquentes.

Essa informação foi avançada hoje, terça-feira, em conferência de imprensa, director nacional de Operações e Segurança Pública da PN, comissário Orlando Bernardo, quando fazia análise da situação da segurança pública nos últimos trinta dias.

Detalhou que a PN vai aumentar os patrulhamentos auto e apeado, respectivamente, assim como o número de postos policiais fixos, entre outras medidas profiláticas e operacionais.

Fez saber que, até ao período da quadra festiva, a PN em colaboração com o Serviço de Investigação Criminal (SIC) vai desenvolver um conjunto de operações de busca e detenções de supostos marginais.

Disse que nos últimos trinta dias, a PN registou cinco mil e 90 crimes, menos 1.350 casos em relação ao igual período anterior, representando uma redução de 27% dos delitos.

Nas suas operações, referiu, a PN apreendeu 190 armas de fogo, desmantelou 41 grupos de marginais, deteve 5.106 cidadãos suspeitos de cometerem delitos, apreendeu 427 viaturas por infracção ao código de estrada e esclareceu 3.173 crimes.

Segundo o comissário, os crimes contra pessoas e propriedades como homicídios voluntários, ofensas corporais, violações sexuais, roubos e furtos, são os mais preocupantes e sobre os quais se vão incidir com maior rigor as acções do efectivo da PN.

Deu a conhecer que, nos últimos três meses, a PN registou uma taxa de crimes de homicídios inferior a uma pessoa por cada 100 mil habitantes, tendo ressaltado que esse dado demonstra claramente que o índice de mortalidade por esse tipo de acção de segurança pública.

A pesar deste número, Orlando Bernardo afirmou que a PN vai prosseguir com os esforços para baixar a criminalidade no país e garantir aos cidadãos um ambiente mais seguro e controlado em termos de criminalidade.

Apelou à população no sentido de identificar e participar à PN eventuais crimes, atendendo que muito dos delitos acontecem em meios familiares ou privados, que podem escapar à vigilância e a objectividade da actuação das forças policiais. (Angop)

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