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Passaporte continua difícil, mesmo com «autorização milionária» do Presidente

Em Fevereiro, PR autorizou uma despesa de quase quatro mil milhões Kz para pôr fim ao atraso na emissão de passaportes. Nove meses depois, dificuldades persistem e Serviço de Migração e Estrangeiro (SME) continua sem previsão para a solução, apesar de, em 2019, ter subido de três mil para mais de 30 mil a taxa a pagar para a emissão de passaportes, com promessas de «maior celeridade».

Nove meses após o Presidente da República ter autorizado um avultado investimento de quase quatro mil milhões de kwanzas para a aquisição de equipamentos e consumíveis, como cadernetas e películas, para a emissão de passaporte, as dificuldades permanecem e os cidadãos estão cada dia mais agastados.

Abundam casos de quem está até um ano à espera pelo documento, mesmo nos casos em que se trata apenas de uma renovação. Embora seja um velho problema, o Serviço de Migração e Estrangeiro (SME)reconheceu publicamente as dificuldades apenas em 2021.

Na altura, admitiu que estava “sem condições técnicas”, devido à “redução paulatina na quantidade de consumíveis em stock por razões de ordem financeira”. No entanto, a instituição fez saber que a emissão de passaportes ordinários estava reservada apenas aos casos prioritários e devidamente fundamentos, nomeadamente saúde, estudo e missões oficiais. (Novo Jornal)

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