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Nova venda de casas prevista para Dezembro

O Ministério do Ordenamento do Território e Habitação coloca à venda, até Dezembro, residências em centralidades das províncias de Luanda, Benguela, Cuanza-Sul e Huíla, anunciou a titular do pelouro, Ana Paula de Carvalho.

Em declarações recentes à imprensa à margem do Fórum de Tecnologias de Informação (Angotic), a ministra do Ordenamento do Território e Habitação adiantou que as construções a nível das centralidades continuam, embora, a um ritmo lento devido às dificuldades e limitações financeiras que o país vive.

No caso particular de Luanda, a ministra garantiu que existem habitações já concluídas, faltando apenas por completar as infra-estruturas externas, com a comercialização a passar dos promotores imobiliários da Imogestin para o Fundo de Fomento Habitacional e instituto Nacional da Habitação (INH).

A questão das inscrições feitas pela Sonip está a ser resolvida por uma comissão que trata da transição dos processos, com o mandato adicional de solucionar os casos irregulares, como os dos cidadãos que compraram mais de uma casa.

O Executivo tem como meta, até 2022, apresentar 72 instrumentos do Ordenamento do Território para a melhoria das infra-estruturas habitacionais, incluindo a criação de cidades inteligentes, anunciou a ministra do Ordenamento do Território e Habitação.

Ana Paula de Carvalho afirmou num painel do Fórum de Tecnologias de Informação e Comunicação (Angotic), realizado de terça a quinta-feira, em Luanda, que o país está envolvido com organizações internacionais na concepção de estratégias ligadas às cidades inteligentes.

Pretende-se, acrescentou Ana Paula de Carvalho, que estejam alinhadas à Nova Agenda Urbana, documento que estabelece as metas do desenvolvimento urbano com base nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Os pressupostos da decisão do Executivo também têm suporte no Livro Branco das Telecomunicações, o qual determina a melhoria das infra-estruturas básicas de banda larga nacional, o que Ana Paula de Carvalho considera determinante, pois permite a inclusão digital e a capacitação dos cidadãos para o uso da Internet. (Vanguarda)

Por: Estevão Martins

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