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Ministro da agricultura constata condições da Aldeia Nova

O centro do Cuanza Sul, concretamente os municípios da Kibala e Wako Kungo são, essencialmente, agrícolas. As condições da aldeia nova, um dos activos a privatizar pelo estado, está na agenda do governante.

O ministro da Agricultura e Pescas, Francisco António de Assis, trabalhou, recentemente, no Município da Cela – Wako-Kungo, com o objectivo de se inteirar do funcionamento da Aldeia Nova e perspectivar novas acções no que à produção diz respeito.

Na última semana, o secretário de Estado da Economia e Tesouro, Osvaldo João, anunciou que a Fazenda Aldeia Nova, uma das maiores do país, consta na lista de activos com participação do Estado a privatizar.

Entretanto, sem avançar a percentagem do Estado na referida fazenda, nem mesmo o horizonte temporal provável para que o Estado deixe de ter participação naquela unidade agro-industrial.

Além da produção de bens de consumo, a Fazenda Aldeia Nova é responsável ainda pela produção de leite e seus derivados, carne de vaca e de frango.

Na sua jornada, o ministro Francisco de Assis trabalhou no município da Quibala e Ebo, na companhia do governador provincial do Cuanza-Sul, Job Capapinha, onde se inteiraram do andamento do Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Familiar e Comercialização (SAMAP), que junta 949 famílias camponesas na Quibala e no município do Ebo viram de perto o trabalho de preparação dos 100 hectares e entregaram dois autocarros que vão ajudar as famílias camponesas.

O ministro Assis e o Governador Provincial do Cuanza-Sul, visitam, nesta altura, as unidades de produção do projecto Aldeia Nova, depois vão manter um encontro de trabalho com os principais gestores do projecto.

Antes, Francisco de Assis trabalhou na Vila do Libolo – município de Calulo, na Quibala e no Ebo, sublinhando a importância daquela província do centro do país.

Abertura de ano agrícola Inicialmente marcada para o início do mês em curso, a abertura oficial do ano agrícola não aconteceu, pelo menos de forma oficial. Apesar disso, agricultores e fazendeiros de todo o país preparam-se para cultivar a terra, lançar sementes ao solo e esperar pelos resultados. Em todo o caso, os problemas de cada ano agrícola são sempre os mesmos, marcados pelo grito de “socorro” pela falta de insumos sufi cientes para satisfazer a demanda. (O País)

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