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Tacadas do “Presidential Golf Day” inauguram uma nova etapa

A primeira tacada é do Presidente da República, João Lourenço, que pretende transformar o segmento turístico numa fonte de receitas para a economia angolana por via do investimento privado

O Complexo Turístico dos Mangais, em Cabo Ledo, em Lua nda , acolhe hoje(17) e amanhã (18) o “Presidential Golf Day” (PGD), onde participam 80 jogadores de uma comitiva de 300 delegados de países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), mas o Japão, Reino Unido e Turquia, cuja primeira tacada pertence ao Presidente da República, João Lourenço.

A iniciativa do Ministério da Hotelaria e Turismo antecede o “Fórum Mundial do Turismo, que vai juntar-se aos esforços do Executivo para atracção de investimentos multissectoriais para a economia nacional e promover oportunidades de negócio, com destaque para dinamização da indústria do turismo nacional.

De acordo com informações que o JE teve acesso, a competição tem ainda como meta a promoção de negócios entre as empresas nacionais e estrangeiras, assim como apresenta-se como uma excelente oportunidade para fechar negócios e dar a conhecer melhor o potencial turístico de Angola.

Mercado promissor

Para a ministra do Turismo, Ângela Bragança, o sector está já a gerar sinergias com outras áreas da esfera económica, dado a transversalidade que apresenta, pois, com a prática do golfe, podem-se unir várias forças, “como turismo, desporto, saúde, ambiente saudável parceria

A governante falou à imprensa recentemente, em Luanda, onde garantiu que o PGD terá um carácter anual, e com isso “abre-se uma oportunidade para o turismo do golfe como um nicho de um mercado bastante promissor”. “O golfista tem como característica o desejo de viajar e, neste ponto, Angola apresenta vantagens pela diversidade de clima, paisagens, topografia e belezas naturais”, destacou.

Conforme publicou o JE na edição de 22 de Março, a África do Sul já organiza o “Presidential Golf Day” há mais de 14 anos. A experiência e ganhos que este país da região tem recebido com a organização deste evento, também serve de mola impulsionadora para Angola.

Segundo o coordenador do evento, Danilo Nhantumbo, o presidente sul-africano participa activamente, desde a organização como nos jogos, fazendo os “famosos 18 buracos, como golfista e no final do evento anuncia a entidade ou sector que merece o privilégio do conjunto de recursos mobilizados pelos empresários”.

“Na semana da organização do PGD, a África do Sul mobiliza mais de 100 milhões de rands (2,1 mil milhões de kwanzas), como contribuições e doações para o evento que é filantrópico, que depois o Presidente da República decide o destino a dar”, informou depois de sublinhar que a África do Sul é um país que se destaca na prática da modalidade do Golfe. A África do Sul é o único país do continente que acolhe o torneio mundial na modalidade do Golfe que Angola acolhe pela primeira vez o evento. (Jornal de Economia & Finanças)

Por: Xavier António

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