O diário angolano indica que 25 mil pessoas residem no interior do parque, uma situação que tem preocupado o administrador daquela área de conservação, Manuel Afonso, uma vez que muitos deles se dedicam à caça furtiva “de forma alarmante”.
Em declarações ao Jornal de Angola, por ocasião de uma visita do grupo regional da Conferência para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) do Fundo Global do Ambiente (GEF), Manuel Afonso disse que o ideal seria que aqueles cidadãos fossem “retirados” da zona.
De acordo com o gestor do espaço, o abandono do espaço serviria para salvaguardar, por um lado, a segurança dessas pessoas e, por outro, ajudaria no combate à caça ilegal.
O Parque Nacional da Quiçama é um parque nacional angolano, com uma superfície de 9.600 quilómetros quadrados, localizado na província de Luanda, a 75 quilómetros da capital do país.
O espaço foi estabelecido como reserva de caça em 1938, e transformado em parque nacional em 1957, há precisamente 62 anos. (Angop)



