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Angola inicia 2ª fase de privatização de unidades industriais

A segunda fase do processo de privatização de empresas industriais em Angola, que contempla a venda de 13 unidades da Zona Económica Especial (ZEE) Lunda/Bengo, inicia-se em Fevereiro corrente podendo alargar-se até Abril próximo, anunciou quinta-feira em Luanda o administrador executivo do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE).

Akiules de Jesus Neto recordou que a primeira fase deste processo de privatização, realizada em 2019, ficou concluída com a venda de cinco unidades fabris existentes naquela ZEE, tendo o Estado arrecadado 16 milhões USD.

Para esta segunda fase foram seleccionadas empresas como a a Indupackage, dedicada à produção de embalagens metálicas, Betonar (pré-esforçados de betão), Inducarpin (carpintaria), Induplas (sacos plásticos), Indutive (tintas e vernizes).

Constam igualmente a Mangotal (torres metálicas), Pipelaine (tubos em PVC), Telhafal (telhas metálicas), Transplas (acessório em PVC), Vedatela (produção de vedações), Absor (absorventes e e a Saciango (sacos de cimento).

O presidente do IGAPE disse ainda, segundo a agência noticiosa Angop, que das 13 unidades industriais a serem alienadas apenas a Saciango e a Absor estão inoperantes.

Estas 13 empresas fazem parte de um conjunto de 195 activos detidos parcialmente ou totalmente pelo Estado que vão ser alienados até 2022, no âmbito do Programa de Privatizações (Propriv).

Da lista, destaque para a transportadora aérea TAAG, Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), Unitel, Empresa Nacional de Prospecção, Exploração, Lapidação e Comercialização de Diamantes de Angola (Endiama), Cuca e Nova Cimangola.

Algumas dessas empresas vão ser vendidas por concurso público, concurso limitado por prévia qualificação ou privatização em bolsa, nos termos do programa de privatizações em curso desde o ano transacto. (Mercado)

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