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Mulheres cientistas querem “big bang” na igualdade

Há cada vez mais mulheres na ciência, mas hás muito caminho ainda por percorrer.

Por isso, um grupo de cerca de 300 mulheres cientistas decidiram lançar o que chamam um “big bang” que faça com que o mundo da investigação científica passe a ser mais igualitário.

Esta segunda-feira celebrou-se o dia internacional da mulher e da menina na ciência. A ONU apresentou dados que referem muitas barreiras às mulheres neste campo.

No entanto, há vários países da União Europeia onde as mulheres representam mais de metade dos cientistas e engenheiros e Portugal é um desses países, segundo os dados do Eurostat. Finlândia, Luxemburgo e Hungria são os últimos países da lista, onde a proporção de mulheres está na casa dos 20%.

 

No entanto, há vários países da União Europeia onde as mulheres representam mais de metade dos cientistas e engenheiros e Portugal é um desses países, segundo os dados do Eurostat. Finlândia, Luxemburgo e Hungria são os últimos países da lista, onde a proporção de mulheres está na casa dos 20%.

Estas 300 cientistas formam parte de uma rede batizada Homeward Bound, que tem como objetivo encontrar, no prazo de dez anos, 1000 mulheres em todo o mundo, de várias idades e nacionalidades, que façam com que haja mais presença feminina em posições de liderança neste campo. Querem também estimular as meninas e as jovens em idade escolar a seguir carreira na ciência.

(Euronews)

Por: Ricardo Figueira

 

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