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MINSA ADMITE MAIS 9.290 PROFISSIONAIS

O Ministério da Saúde (MINSA) anunciou, nesta quinta-feira, o enquadramento, em Dezembro, de mais 9.290 profissionais, no quadro do concurso público de 2019.

Conforme a ministra, que falava à Televisão Pública de Angola (TPA), foi dada autorização para a admissão de 203 novos médicos, 4.829 enfermeiros, 3.894 técnicos de diagnóstico e terapêutico, 18 técnicos de apoio hospitalar e 346 do regime geral.

“Trata-se de mais um ganho proporcionado ao sector da saúde pelo Presidente da República, João Lourenço, que se mostra, cada vez mais, preocupado com as condições de vida dos angolanos, com mais realce para a questão do emprego direccionado aos jovens”, disse a ministra.

Sílvia Lutucuta avançou que o enquadramento dos novos profissionais é mediante as necessidades do sector ao nível do país.

Com os novos enquadramentos, adiantou a ministra, fica fechado o concurso público de 2019, com um total de 16.290 profissionais admitidos, tendo em conta a inserção, numa primeira fase, de 7 mil candidatos.

“Estas admissões estão relacionadas com candidatos que tiveram notas positivas e que por exiguidade de vagas não foram admitidos na primeira fase”, reforçou.

“Este será o maior concurso na história do sector da Saúde, porque pretendemos continuar a melhorar as condições de atendimento e apostar mais na qualidade dos nossos serviços”, disse.

Sílvia Lutucuta avançou que o departamento ministerial vai apostar na formação de quadros para poder atender as populações em qualquer hora, lugar e momento.

Na primeira fase foram enquadrados mil, 242 médicos, dois mil e 757 técnicos de enfermagem, mil e 691 técnicos de diagnóstico e terapeuta, 779 técnicos de apoio hospitalar e 531 técnicos no regime geral.

Noutro domínio da sua entrevista ao Telejornal da TPA, apelou os cidadãos a denunciarem todos aqueles que se envolverem na falsificação de resultados de testes de COVID-19.

“Infelizmente, temos vindo a acompanhar a falsificação de testes, principalmente para os viajantes. Por isso, apelamos a população a denunciar as autoridades”, apelou a ministra. (Vanguarda)

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