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Morreu linguista Amélia Mingas

A linguista e docente universitária Amélia Mingas morreu, nesta segunda-feira, em Luanda, vítima de doença.

A informação foi confirmada à Angop pelo director do Gabinete de Comunicação Institucional da Universidade Agostinho Neto (UAN), Arlindo Isabel.

Com 75 anos de idade, a docente da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto foi vítima de uma paragem cardiavascular.

Amélia Mingas, regente do curso de licenciatura e docente de Língua Portuguesa, foi a primeiro decana da Faculdade de Letras da UAN entre 2010 a 2015. Foi também a primeira professora catedrática (ou titular) da UAN.

Foi coordenadora do departamento de Língua Portuguesa do Instituto Superior de Ciências da Educação de Luanda (Isced) Luanda e directora do Instituto Nacional de Línguas do Ministério da Cultura.

Além de trabalhar em investigação, Amélia Mingas foi responsável pela cadeira de Linguística Bantu na UAN.

Entre 2006 e 2010, foi directora executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, com sede na cidade da Praia, em Cabo Verde, tendo defendido o estabelecimento de uma política linguística comum aos oito Estados que têm o português como língua oficial.

Participou em vários seminários e palestras ligados à problemática das línguas africanas e portuguesa, no interior e exterior do país.

Publicou “Interferência do Kimbundu no Português Falado em Lwanda”. (Angop)

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