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Universidade Agostinho Neto condena práticas de escravidão na Líbia

A Universidade Agostinho condenou as práticas de escravidão de imigrantes na Líbia, apelando uma intervenção do Tribunal Penal Internacional (TPI) para que os autores de tais actos sejam responsabilizados civil e criminalmente.

O assunto ganhou repercussão internacional após terem sido divulgadas imagens de imigrantes provenientes da África Ocidental sujeitos a viver em condições desumanas (sem alimentação nem água), enquanto esperam pela licitação organizada por pessoas a quem confiaram para atingir outros continentes.

A Reitoria da Universidade Agostinho Neto, em nota enviada esta quinta-feira, à Angop, manifesta repulsa sobre a existência de milhares de cidadãos africanos que são vendidos como escravos a partir da Líbia, num claro atentado aos mais elementares direitos humanos.

Refere que o trabalho de escravo, ignóbil, desperta sentimentos de repulsa e indignação em pleno século XXI e, ao mesmo tempo, reflecte sobre efeitos negativos deste fenómeno em países africanos como Angola, que contribuíram para povoar e desenvolver outros continentes.

A universidade pública de Angola junta assim à sua voz às outras instituições académicas de África e do mundo na condenação destas atrocidades cometidas contra os povos de África e contra a Humanidade. (Angop)

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