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Quase 32 mil milhões Kz investidos em 667 projectos no 1º ano do PIIM

A perfazer um ano de implementação, o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) contabiliza 667 projectos executados, que representam um investimento de quase 32 mil milhões de kwanzas.

De acordo com o Ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, no total serão contemplados, até 2022, 1.647 projectos, orçados em dois mil milhões de dólares norte-americanos, provenientes do Fundo Soberano. O titular do Governo procedeu este fim-de-semana a uma espécie de balanço e prestação de contas, no Lubango.

Os 667 projectos executados até à data – dos quais 68% de iniciativa local e 32% de iniciativa central – contemplam estradas, pontes, escolas, hospitais e centros médicos, entre outros equipamentos.

Segundo a Secretária de Estado para o Orçamento, Aia-Eza da Silva o Executivo tem uma execução acumulada global de 21,8 mil milhões Kz e um montante já liquidado de 9,4 mil milhões Kz, até ao final do ano.

À margem desta apresentação, Aia Eza da Silva revelou que não serão contempladas no OGE revisto todas as obras fora do PIIM. A queda de receitas e a pandemia mundial são as razões principais para a impossibilidade de avançar com outras obras não incluídas neste Plano.

Manuel Nunes Júnior recordou que o país vive uma fase de “retracção económica desde 2016, agravada pela Covid-19”, o que faz com que, “ao invés de crescer, Angola esteja a decair, o que leva a um conjunto de situações sociais indesejáveis, como de desemprego”, acrescentou o ministro, com base em informação no portal do Governo.

O PIIM, primeiro programa do género em Angola, apresenta-se como um instrumento para acabar com as assimetrias regionais nos 164 municípios do país.

A prestação de contas aconteceu este fim-de-semana, no Lubango, pelo Ministro para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, com a presença do Ministro da Administração do Território, Marcy Lopes e das Secretárias de Estado para as Finanças, Aia Eza da Silva, e do MAT, Laurinda Cardoso, e pelos governadores das 18 províncias. (Expansão)

Por: Olga Leite

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