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PR cortou a fita de novo empreendimento de 45 milhões Usd: Aeroporto do Cuito ganha novo terminal de passageiros

O novo terminal de passageiros do Aeroporto Joaquim Kapango, no Cuito, província do Bié, custou 45 milhões de dólares e está operacional desde ontem. A cerimónia, de curta duração, ficou marcada pela presença do Presidente da República, João Lourenço, que cortou a fita da praxe e conheceu as novas instalações do aeroporto que serve a cidade do Cuito e a província do Bié.

A referida infra-estrutura, que substitui o antigo terminal de passageiros e começou a ser construída em 2017, foi erigida por uma empresa de origem chinesa e tem condições para receber aviões do tipo Boeing 737. O aeroporto está agora equipado com uma pista de 2.500 metros de comprimento e uma capacidade máxima de embarque de 360 passageiros por dia.

Antes do acto oficial, o ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu, lembrou que a aviação nacional “tem grande margem de progressão”.Neste momento, o Aeroporto Joaquim Kapango recebe apenas dois voos por semana, operados pela TAAG. “Estamos a trabalhar para liberalizar o sector e para que seja possível a entrada de novos operadores nacionais e estrangeiros”, assegurou o ministro dos Transportes.

O governante acrescentou que o Governo estuda a hipótese de implementar novas rotas aéreas inter-provinciais que não passem necessariamente por Luanda. Ao nível da gestão dos aeroportos nacionais, Ricardo de Abreu disse ainda que estão a ser preparadas mudanças na regulamentação do sector.

Estas alterações, acrescentou, podem conduzir à privatização da gestão “dos aeroportos de Luanda, Cabinda, Catumbela (província de Benguela) e Lubango ou Namibe”, explicou. Novo Hospital Geral Após a inauguração do novo terminal de passageiros no Cuito, João Lourenço e a equipa ministerial que o acompanhou deslocaram-se às obras do novo Hospital Geral do Bié.

A unidade de saúde deverá ser aberta ao público no primeiro semestre de 2020 e terá capacidade para 250 camas. Segundo Sílvia Lutukuta, ministra da Saúde, o hospital vai servir toda a região e terá o estatuto de unidade de referência com serviço de psiquiatria, cardiologia, ginecologia-obstetrícia, laboratório, ecografia, imagiologia e TAC, entre outras valências.

Sobre o pessoal médico para suprir as necessidades do novo hospital, a ministra da Saúde disse que irá recorrer aos quadros nacionais e à cooperação estrangeira. “O actual Hospital Geral, que está bastante degradado, será depois transformado em Centro Materno-Infantil”, anunciou Sílvia Lutukuta.

A governante reafirmou a necessidade dos sectores da Saúde e da Educação realizarem concursos públicos anuais de admissão de novos trabalhadores. Mudanças no sector ferroviário À margem da inauguração do Aeroporto Joaquim Kapango, Ricardo de Abreu, ministro dos Transportes, anunciou a criação, já no início do próximo ano, da Empresa Nacional de Infraestrutura Ferroviária.

Este passo, segundo o governante, visa preparar a entrada de operadores privados no transporte ferroviário. “A principal função da empresa passará pela gestão dos trabalhos de manutenção da infra-estrutura ferroviária nacional”, disse Ricardo de Abreu. Neste momento o país conta com três empresas totalmente públicas de caminhos-de-ferro: Luanda, Benguela e Moçâmedes.

Sem entrar em mais pormenores sobre o funcionamento da nova entidade, a intenção do Executivo é separar a gestão das infra-estruturas da operação diária dos três caminhos-de-ferro nacionais. E sta n ova e st r utu ra , acrescentou Ricardo de Abreu, pode dar origem à privatização ou concessão completa ou parcial das empresas do sector.

Kapango, Ricardo de Abreu, ministro dos Transportes, anunciou a criação, já no início do próximo ano, da Empresa Nacional de Infraestrutura Ferroviária. Este passo, segundo o governante, visa preparar a entrada de operadores privados no transporte ferroviário. “A principal função da empresa passará pela gestão dos trabalhos de manutenção da infra-estrutura ferroviária nacional”, disse Ricardo de Abreu. Neste momento o país conta com três empresas totalmente públicas de caminhos-de-ferro: Luanda, Benguela e Moçâmedes.

Sem entrar em mais pormenores sobre o funcionamento da nova entidade, a intenção do Executivo é separar a gestão das infra-estruturas da operação diária dos três caminhos-de-ferro nacionais. E sta n ova e st r utu ra , acrescentou Ricardo de Abreu, pode dar origem à privatização ou concessão completa ou parcial das empresas do sector. (Jornal de Angola)

Por: Miguel Gomes/Cuito

 

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