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NAMIBE: O turismo do deserto junto ao mar

As belezas naturais de Angola começam a despertar atenções. São várias as iniciativas empresariais a funcionar nos locais onde o Turismo pode atrair atenções, como os que mostramos, na província do Namibe, onde o deserto se faz ao mar, numa combinação exótica a perder de vista.

O habitat natural da única planta carnívora angolana, a famosa Welwitchia Mirábilis é um local de muitas e agradáveis surpresas naturais. Desde as areias movediças, às tempestades, que chegam a cobrir localidades habitadas pelo homem, a fauna adaptada à região como as avestruzes e outras espécies animais, compõem um conjunto de atractivos, que estimulam o empreendedorismo no sector do Turismo na província.

No vídeo a seguir, que circula pela web podemos contemplar locais de grande interesse turístico, que tarde ou cedo devem constar no mapa das opções de férias e lazer no país.

VIDEO SOBRE AS BELEZAS NATURAIS DA PROVÍNCIA DO NAMIBE – EURONEWS

O Turismo é um sector de actividade que em Angola se aproxima dos destinatários, com algumas opções interessantes, dando a entender as aberturas ao investimento que a actividade proporciona, a quem tenha aversão ao risco, na oferta de várias opções disponíveis, tais como aquelas que o vídeo demonstra. (Nováfrica)
SOBRE A PROVÍNCIA

Namibe é uma das 18 províncias de Angola, localizada no sul do país. A capital é a cidade de Moçâmedes, no município do mesmo nome.

Segundo as projeções populacionais de 2018, elaboradas pelo Instituto Nacional de Estatística, conta com uma população de 568 722 habitantes e área territorial de 57 091 km².[1]

Os cinco municípios em que se subdivide a província são: MoçâmedesBibalaVireiCamucuio e Tômbua.

HISTÓRIA

A província do Namibe é a terra dos povos hereros, que habitam a região desde a grande migração banta, iniciada na primeira metade do primeiro milénio da era cristã. A formação dos hereros se deu pelo isolamento geográfico que permitiu a fragmentação etnolinguística banta. Anteriormente a região era de domínio dos povos khoisan.

Colonização por exploração

O principal posto colonial português na província se fez na cidade de Moçâmedes, que até o século XV não registava presença europeia e se chamava “Chitoto Chobatua” (buraco dos passarinhos), uma aldeia de pescadores, pastores e caçadores que existia na baía do Namibe.

Em 1485, a aldeia de Chitoto Chobatua passou a chamar-se de “Mossungo – Bitoto”, e; em 10 de julho de 1645 passou a chamar-se de “Angra dos Negros” (ou Enseada dos Negros), nome dado por Francisco de Souto-Maior, durante a reconquista de Angola, possivelmente em virtude do embarque de escravos feito naquela baía.[3] Anteriormente, em uma expedição, em Janeiro de 1486, chegaram a uma enorme baía, a baía de Porto Alexandre, onde encontraram duas grandes aldeias, a que denominaram de povoado de Angra das Duas Aldeias.[4]

Por ordem do governador de Angola José de Almeida e VasconcelosBarão de Mossâmedes, constituiu-se em Benguela, no ano de 1785, uma junta de exploração dirigida pelo engenheiro-cartógrafo tenente-coronel Eusébio Pinheiro Furtado. O tenente-coronel Pinheiro Furtado encarregou o comerciante Gregório José Mendes de capitanear uma expedição exploratória por terra, enquanto ele comandava outra por mar. Gregório Mendes, com mil e trinta homens, completa a expedição em trinta e quatro dias, quando chega à Angra dos Negros no dia 3 de agosto de 1785, partindo em seguida para fazer o percurso de volta, pilhando as populações pastoris da região. Pinheiro Furtado permanece em Angra dos Negros, numa tentativa de restabelecer o povoado, batizando-o como “Baía de Mossâmedes” em homenagem ao Barão de Mossâmedes. A expedição de ambos constatou que a pequena colónia formada em 1645, embora recebesse com frequência esporádica visitas de comerciantes de escravos de Portugal, estava abandonada, mesmo fornecendo os atributos para seu povoamento. (Wikipedia) [5]     

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