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Dívida africana: para que serviriam os biliões do FMI?

Aquisição de divisas, despesas orçamentais, reembolso ao Fundo... De Marrocos à RDC e à Costa do Marfim, os Estados africanos têm utilizado os Direitos Especiais de Saque (DES) de formas variadas e surpreendentes. A análise da J.A.

Os países africanos receberam uma parcela congruente dos Direitos Especiais de Saque (DES) atribuídos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) aos seus países membros, em Agosto de 2021, proporcionalmente às suas participações na instituição. Um total de 54 países africanos receberam o equivalente a US$ 33 biliões, de um total de US$ 650 biliões.

“É uma decisão histórica: a maior alocação de DES na história do FMI e uma lufada de ar fresco para a economia mundial neste período de crise sem precedentes”, deu as boas-vindas a Kristalina Georgieva, Directora Executiva do Fundo Monetário Internacional (FMI). . A 2 de Agosto, o conselho de governadores da instituição de Bretton Woods aprovou a alocação de 650 biliões de dólares, ou 456 biliões de DES (Direitos Especiais de Saque).

Enquanto a África subsaariana registou em 2020, a primeira recessão em 25 anos, esta ferramenta económica, no centro dos debates na cúpula sobre economias africanas organizada a 17 de Maio por Emmanuel Macron, pode vir a auxiliar as economias em apuros. (JA)

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