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«COVID-19 teve impacto muito grande»

A A Ocean Race, a mais dura e longa prova de circum-navegação de vela por equipas, tolda os pensamentos de Bernard Freitas, Frederico Pinheiro de Melo e António Fontes. Os velejadores, que fazem parte do Race for the Planet, aguardam com expetativa a decisão final sobre a realização, ou adiamento, da mítica competição prevista para 2021-2022.

«A Covid-19 teve um impacto muito grande na vela. Vamos ver o que nos permite fazer», referiu Bernardo Freitas, velejador que fez a última volta ao mundo a bordo do Turn the Tide on Plastic, da Fundação Mirpuri, que detém também o barco Race for the Planet.

A equipa portuguesa, que assume a luta contra as alterações climáticas como bandeira, venceu o troféu da classe VO65 – prize money de 16 mil euros – na primeira edição da Mirpuri Foundation Sailing Trophy, primeiro evento náutico no mundo após a suspensão das competições devido à pandemia.

A regata costeira terminou ontem em Cascais, envolveu outro VO65, Sisi – The Austrian Ocean Race Project e mais 54 embarcações, de quatro classes (ver quadro).

«Quero fazer mais uma volta ao mundo, quem sabe um dia liderar uma equipa. Paralelamente, compito em várias equipas a nível profissional, estou nos catamarãs na classe m32, tenho projetos e contratos até final do ano e quero continuar a carreira lá fora», garantiu a A BOLA. (A Bola)

Por: Miguel Morgado

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