Futebol

Benfica recorda os 15 anos do título que terminou com “o maior jejum da história” do clube

«Voltámos, onze anos depois, a celebrar a conquista de um campeonato» sublinham as águias.

Passaram 15 anos desde que o Benfica conquistou o campeonato nacional, na época 2004/05, uma data recordada pelo clube da Luz esta sexta-feira, na newsletter do clube, pois ainda hoje é visto como um título bastante importante na história do clube. É que colocou termo a um longo período sem o Benfica ser campeão.

“Todos nos recordamos daquele extraordinário dia, no Bessa, faz hoje quinze anos, em que voltámos, onze anos depois, a celebrar a conquista de um campeonato. A festa começou no estádio, o mar de adeptos eufóricos estendeu-se pelas ruas portuenses a acompanhar a equipa até ao aeroporto e, já de madrugada, no Estádio da Luz repleto de benfiquistas, celebrámos o nosso 31.º título nacional. Terminou, nesse dia, o maior jejum da nossa história. Foram dez temporadas afastados do título, suplantando o maior ciclo negativo anterior, de “apenas” quatro.

É sobejamente conhecida a situação periclitante e sem precedentes em que o Clube se deixou cair no final do século passado e, em 2005, estavam ainda a ser dados os primeiros passos para se reerguer”, começa por ler-se na nota do clube da Luz, onde se recordou, ainda, os problemas pelos quais as águias vinham a passar nessa altura:

Passaram 15 anos desde que o Benfica conquistou o campeonato nacional, na época 2004/05, uma data recordada pelo clube da Luz esta sexta-feira, na newsletter do clube, pois ainda hoje é visto como um título bastante importante na história do clube. É que colocou termo a um longo período sem o Benfica ser campeão.

“Todos nos recordamos daquele extraordinário dia, no Bessa, faz hoje quinze anos, em que voltámos, onze anos depois, a celebrar a conquista de um campeonato. A festa começou no estádio, o mar de adeptos eufóricos estendeu-se pelas ruas portuenses a acompanhar a equipa até ao aeroporto e, já de madrugada, no Estádio da Luz repleto de benfiquistas, celebrámos o nosso 31.º título nacional. Terminou, nesse dia, o maior jejum da nossa história. Foram dez temporadas afastados do título, suplantando o maior ciclo negativo anterior, de “apenas” quatro. É sobejamente conhecida a situação periclitante e sem precedentes em que o Clube se deixou cair no final do século passado e, em 2005, estavam ainda a ser dados os primeiros passos para se reerguer”, começa por ler-se na nota do clube da Luz, onde se recordou, ainda, os problemas pelos quais as águias vinham a passar nessa altura:

“A obrigatória recuperação da credibilidade, o enorme esforço para saldar dívidas, a imprescindível modernização das práticas de gestão, bem como das infraestruturas, enquanto se procurava suprir a evidente falta de qualidade do plantel de futebol, eram as prioridades, sabendo-se que seria um caminho longo e muito difícil para se conseguir recolocar o Benfica no lugar que, historicamente, lhe pertence. Ser não só o maior, mas também o melhor clube português”.

O percurso que o Benfica fez desde a chegada a de Veira ao comando das águias, em 2013, até ao momento, voltou a ser enaltecido na News Benfica, nomeadamente, a aposta que tem sido dada à formação do clube.

“Ao longo destes anos, o Benfica soube reinventar-se, mantendo o investimento em áreas críticas e inovando constantemente de forma a manter-se na vanguarda, a nível mundial, da gestão desportiva e empresarial. Os títulos desportivos, acompanhados da melhoria substancial da situação económica e financeira, assim como os recorrentes elogios, sob as mais variadas formas e proveniência, às práticas de gestão do clube, constituem-se como a garantia de que o Benfica está no bom caminho para se preservar, por muitos e bons anos, na liderança do futebol português.

 Ainda hoje temos uma boa amostra do bom trabalho que tem vindo a ser feito, por exemplo, desde que se tomou a decisão da aposta na formação. Olhando para as primeiras páginas dos diários desportivos espanhóis, somos levados a pensar que hoje se comemora o dia nacional do Seixal em Espanha, pois o destaque é dado a Bernardo Silva e Nélson Semedo”, pode ler-se, fazendo referência às capas do ‘As’ e do ‘Mundo Deportivo’, respetivamente. (Record)
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