Basquetebol

A NBA escolheu as novas estrelas

A última noite foi de expectativa para todos os que seguem a Liga Norte-americana de Basquetebol profissional (NBA), por causa do draft anual, que tem tanto de solene como de relevante para as equipas.

Foi o momento de ir ao baú dos jogadores disponíveis para contratação e de escolher aqueles que mais se destacaram no basquetebol universitário, que tradicionalmente funciona como “viveiro” e antecâmara da maior liga profissional de basquetebol do mundo.

Após muitas especulações e apostas, as escolhas para a época 2018/19 foram anunciadas e coube aos Phoenix Suns ficar com a escolha número um, que recaiu sobre Deandre Ayton. A segunda escolha foi para Sacramento, onde os Kings passam a comntar com Marvin Bagley III.

Luka Doncic (n. 1999, Eslovênia), escolhido pelos Atlanta Hawks mas transferido para os Dallas Mavericks. Mede 2,01m. Jogava no Real Madrid. (Foto: Brad Penner/Reuters)

Num draft louvado como um dos mais fortes dos últimos anos, a escolha número três recaiu sobre um europeu: Luka Doncic, um esloveno de 19 anos que até agora era uma das estrelas do Real Madrid na Europa, atravessa o Atlântico rumo ao Texas, onde passará a envergar a camisola dos Dallas Mavericks, que assim terão encontrado um possível “herdeiro” para o alemão Dirk Novitzki.

Doncic foi de facto escolhido pelos Atlanta Hawks, mas a equipa da Georgia entrou numa troca com os Mavericks, que cedeu Trae Young, quinta escolha do draft.

Marvin Bagley III (n. 1999, EUA), escolhido pelos Sacramento Kings. Mede 2,11m. Jogava em Duke, Carolina do Norte. (Foto:Brad Penner/Reuters)

Na fotogaleria acima, apresentam-se os dez primeiros escolhidos neste ano. Farão parte das novas estrelas da NBA, integrando um leque de 60 jogadores que foram escolhidos em duas rondas. As escolhas foram reveladas no Barclays Center, em Brooklyn, Nova Iorque. A maioria dos jogadores é de nacionalidade norte-americana. Dos 60 escolhidos, 13 são estrangeiros e um tem dupla nacionalidade (EUA e Nigéria). A Europa é o segundo continente mais representado, com Alemanha e Ucrânia a terem o maior número de representantes (dois cada). (Público)

Por: Victor Ferreira

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