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São Tomé e Príncipe admite expulsar IURD

A administração da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) está a tentar conter uma revolta popular que já provocou a degradação de vários imóveis e a morte de um adolescente em São Tomé e Príncipe. Perante esta situação, a expulsão da igreja deste país africano está mesmo em cima da mesa, de acordo com a BBC Brasil.

A crise, aliás, já terá mesmo envolvido vários chefes de Estado africanos e chegou mesmo ao governo brasileiro, estando mesmo em causa a permanência da IURD em São Tomé e Príncipe. Tudo terá começado a 11 de setembro, quando um pastor são-tomense da IURD foi preso na Costa do Marfim, acusado de ser o autor de mensagens que denunciariam supostos abusos da igreja contra funcionários africanos.

Essas mensagens acusavam a Igreja de privilegiar pastores brasileiros e discriminar clérigos africanos, tendo o autor, Ludumilo Veloso, sido condenado a um ano de prisão. A notícia sobre a sua prisão levou então a vários protestos em São Tomé e Príncipe, um deles, a 16 de outubro último, levou mesmo à morte de um jovem de apenas 13 anos.

Toda esta polémica, de acordo com a BBC Brasil, fez com que o Parlamento de São Tomé e Príncipe já tenha discutido mesmo a expulsão da Igreja Universal no país. (Plataforma)

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