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Zap começa a despedir para a semana e agrava forte desemprego na Media nacional – Sector tem quase 80% dos órgãos registados inactivos

Zap engrossa taxa de desemprego de um sector em queda livre. Elevados níveis de inactividade juntam-se a estudos e incidentes que atestam supremacia da política sobre os media no País. Sindicato dos Jornalistas já se desdobrou em pedidos, mas Executivo continua a não dar incentivo previsto na Lei de Imprensa.

A partir da próxima semana, concretamente na terça-feira, 19, a Zap começa a executar o processo de redução de pessoal, em consequência da quebra nas receitas decorrentes da suspensão, em Abril último, do canal de televisão Zap Viva, por alegadas irregularidades detectadas pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), apurou o Novo Jornal junto de uma fonte ligada ao processo, que adianta que, nesta primeira fase, ainda sem data concreta de término, devem ser abrangidos 30 profissionais afectos à área de produção jornalística, formalmente designada por Actualidade.

“Não há propriamente um critério. Tem que ver com a sustentabilidade dos projectos”, explica a fonte, antes de reforçar que se trata de “cortar gastos onde há pouco retorno”, pelo que “alguns profissionais do entretenimento também sairão”. Mas as más notícias para os media privados não se ficam por aqui.

Por exemplo, a Rede Record de Televisão, em face da suspensão de que também foi alvo no mesmo período que o canal Zap Viva, viu-se forçada a cancelar, pelo menos, 80 contratos laborais.

A lista de abrangidos, sabe o NJ, engloba desde jornalistas a operadores de câmara e motoristas que asseguravam os primeiros passos em Angola daquele órgão com raízes no Brasil, através de dois conteúdos produzidos localmente, o serviço de notícias e o programa de entretenimento Tudo a ver. (Novo Jornal)

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