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Vistos de curta duração para Portugal: Agendamento abusivo de intermediários «clandestinos» dificulta acesso a vistos Schengen

Quando, em 2020, a União Europeia recomendou aos Estados-membros da organização que suspendessem a emissão de vistos Schengen, com efeitos imediatos, o Consulado Geral de Portugal em Luanda tinha cerca de 10 mil processos de solicitação de visto sobre a mesa. Actualmente, a entidade diz ter cerca de 4 mil pedidos registados.

Dois meses depois de o Governo português ter autorizado, novamente, viagens a passageiros provenientes de Angola por via da obtenção de vistos de curta duração, mantém-se o caos na corrida pelo conhecido visto Schengen, tanto no Centro de Pedido de Vistos, assim como no Consulado Geral de Portugal em Luanda.

Situação que, no entanto, tem «irritado» os angolanos que pretendem viajar para aquele país europeu, num período inferior a 90 dias, em turismo ou visita familiar.

Diante do descontentamento notório no processo de pedido de visto Schengen para ida a Portugal, liberalizado a 14 de Março pelo Governo luso, a Cônsul Geral de Portugal em Luanda, Cláudia Boesch, disse ao Novo Jornal que o infeliz quadro também está associado aos agendamentos online abusivos realizados na plataforma da empresa VFS Global, por agências de viagens ou intermediários «clandestinos», que, na verdade, são “indivíduos que trabalham em prol de outros e que, de alguma forma, açambarcam as vagas [de visto] e depois as vendem”,revelou a membro do corpo diplomático. (Novo Jornal)

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