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Finalistas do Instituto de Tecnologias de Informação e Comunicação estão há dois anos sem receber os diplomas

Mais de 150 finalistas do Instituto de Tecnologias de Informação e Comunicação (INSTIC), antigo ISUTIC, afecto à Universidade de Luanda, estão há dois anos à espera de receberem os seus diplomas/certificados porque esta instituição pública ainda não tem o seu estatuto orgânico aprovado em Diário da República, soube o Novo Jornal.

Esta morosidade está a criar graves transtornos à vida destes finalistas que asseguram que estão impedidos de concorrer a qualquer vaga de emprego como licenciados nos cursos de engenharia Informática e de Telecomunicações.

Uma fonte da instituição, que preferiu o anonimato, disse ao Novo Jornal que o processo da criação do estatuto do INSTIC precisa de ser aprovado pelo Conselho de Ministros e que só depois é que se pode nomear a reitoria da Universidade Luanda que deve então autorizar a emissão dos certificados e diplomas.

No mesmo processo estão agora os estudantes finalistas do ano de 2020, que temem vir a passar por situação semelhante à dos mais de 150 finalistas do INSTIC do ano anterior, visto que até ao momento não conseguem efectuar os trabalhos de fim do curso (monografia).

Ao Novo Jornal, Osvaldo José Calombe, um dos visados, que falou em nome do colectivo, disse que nem a instituição, nem o Ministério do Ensino Superior Ciência Tecnologia e Inovação dão uma resposta satisfatória aos estudantes.

Segundo este finalista, após a criação da Universidade de Luanda o ISUTIC foi extinto e de seguida foram informados pela direcção da instituição que os certificados e diplomas passariam a ser emitidos pela reitoria da universidade, que ainda não está criada. “A Universidade de Luanda não tem o estatuto orgânico criado. Não tem até agora uma reitoria nomeada: infelizmente, o Decreto Presidencial extinguiu uma direcção e não nomeou outra”, lamentou. (Novo Jornal)

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