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Rosine Sori-Coulibaly: “A situação na Guiné-Bissau tem impacto em toda a sub-região”

Presente desde 1999, a missão política da ONU na Guiné-Bissau fechará as portas no final de dezembro. Hora de fazer um balanço para o representante especial de António Guterres, Burkinabè Rosine Sori-Coulibaly.

Mais de vinte anos após seu desdobramento, A missão política da ONU será encerrada no final do ano, depois de duas décadas, do seu desdobramento, de harmonia com a notícia divulgada pela Jeune Afrique. Saída Anunciada desde 2018, o fim da missão da ONU, é considerada prematura, por alguns sectores, devido às persistentes tensões em Bissau. “O ambiente político deve ser mais calmo, admite a burkinabè Rosine Sori-Coulibaly, representante especial da ONU no país e chefe do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a consolidação da paz na Guiné-Bissau (Binugbis). E ainda há muito a fazer. Mas acreditamos que esses não são obstáculos intransponíveis. 

Da colaboração com o actual Chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, à tutela concedida ao ex-Primeiro-Ministro, Aristides Gomes,  o ex-Ministro da Economia de Roch Marc Christian Kaboré reporta para a  Jeune Afrique os últimos meses de Binugbis. Sem surpresa, ela prefere manter os “esforços feitos”, mas lembra dos desafios ainda por vencer. 

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